3 atitudes com o poder de salvar o mundo

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3 atitudes com o poder de salvar o mundo

Há quem diga que as religiões foram criadas para melhorar o mundo. Pena que algumas delas briguem umas com as outras e os fanáticos cheguem a queimar templos das religiões que consideram adversárias. Nós vamos falar aqui sobre as 3 atitudes com o poder de salvar o mundo.

Mas não custa nada perguntar logo de início: você sabe quais são as 3 atitudes com o poder de salvar o mundo, mesmo que você não tenha nenhuma religião? E mesmo sem que ninguém tivesse qualquer religião?

Civilização desnorteada?

Vamos ver isto em um momento em que tantas pessoas estão decepcionadas ou desiludidas com os rumos da nossa dita civilização.ateu

A primeira coisa a observar é que ainda tem muita gente que confunde ateu com agnóstico. O agnóstico é aquele que considera que o ser humano não tem a capacidade de conhecer ou de discutir os fenômenos sobrenaturais. Porém, existem os agnósticos que acreditam e os que não acreditam na existência de um deus ou de uma ou mais divindades.

Já os ateus simplesmente não acreditam em Deus ou em divindades.

Fenômenos com vários nomes

BíbliaAs religiões muitas vezes diferem em conceitos e usam termos diferentes para tentar explicar os chamados fenômenos sobrenaturais e a chamada vida após a morte do corpo físico.

Os católicos falam em alma e os espíritas usam, evidentemente, o termo espírito. No catolicismo predominam dogmas seculares, muitos deles desacreditados. Um deles é o celibato, que impediria a prática de sexo e o casamento dos padres.  Existem, também, infelizmente, em todas as chamadas religiões ditas cristãs, os que citam a Bíblia da boca para fora. Leem, decoram, recitam, reproduzem frases e trechos, mas muitas vezes não colocam em prática.

Católicos e evangélicos não acreditam na reencarnação, o que os leva a não darem uma segunda chance aos pecadores: ou vão para o céu, ou vão para o inferno, dependendo de como agiram ou de como se comportaram nesta vida. Se o chamado pecado for muito grave, vão penar para sempre no fogo do inferno.

Fanatismo e repressão

Do mesmo jeito que a política produz distorções ou tem defeitos perniciosos, que a desvirtuam, como a demagogia e o populismo, as religiões produzem infernofanáticos. São eles os responsáveis pelo caráter altamente repressivo de muitas das práticas religiosas. Isso ocorre, notadamente, quando o tema é sexualidade, moral (que se transforma em falsa moral, por inúmeras vezes) e costumes.

O Espiritismo e o Budismo creem na reencarnação, com algumas diferenças (inclusive na designação). E acreditam também no chamado carma. No Espiritismo a concepção é mais radical. A pessoa nasce com carmas que resultam de existências passadas e vai pagar, inexoravelmente, nessa existência, pelos erros cometidos nas vidas passadas.

Mudar o futuro é possível?

No Budismo a concepção é de que é possível mudar o futuro mediante práticas nobres que transformem um carma negativo em algo positivo. Ou seja: pelas boas práticas nessa existência a pessoa pode superar carmas e conquistar a felicidade.

O Espiritismo, ao contrário do que muitos acreditam, segue a Bíblia e a estuda com profundidade. Os espíritas acreditam em Deus, enquanto no budismo a crença é na força do Universo. Daí a necessidade de o ser humano se conectar com esse universo por meio de mantras e recitações deixadas pelos ensinamentos dos Budas.

3 atitudes com o poder de salvar o mundo

Mas não pretendemos falar exatamente nas religiões, mas sim nas 3 atitudes com o poder de salvar o mundo, se praticadas de forma permanente por todos os seres ditos humanos. Esse resultado é plenamente possível, como já dissemos, mesmo que você não tenha, não se apegue ou não pratique nenhuma religião. E você vai ver que essas 3 boas práticas estão entrelaçadas ou relacionadas e bloqueiam a prática do mal, que é o que gera conflitos entre os seres humanos.

Vamos a elas:espírito

1 – Não faça aos outros aquilo que não gostaria que lhe fizessem. Isso, praticamente, já tira de cena tudo o que possa ser considerado indesejado nas relações humanas. Quem não gosta de ser maltratado não maltrata, quem não gosta de ser magoado não magoa, quem não gosta de ser ofendido não ofende, quem não gosta de ser humilhado não humilha. E assim sucessivamente.

2 – Não faça justiça com as próprias mãos, o que na verdade significa vingança. Essa pretensa justiça, baseada em pré-julgamentos, se transforma frequentemente em inomináveis e inadmissíveis injustiças, pois se baseia no aniquilamento de todos os critérios, conceitos e rituais indispensáveis à apuração da verdade para que se faça justiça.

Em vez de se envolver, encorajar e praticar animalescos atos de linchamento, físico ou moral, tenha a dignidade de lutar por instituições sólidas que fortaleçam as práticas judiciais, livrando-as de todos os vícios que tantas vezes as tornam parciais, viciadas ou mesmo flagrantemente injustas, o que obviamente se choca com a finalidade precípua da justiça como instituição.

3 – O que se planta é o que se colhe. Falamos aqui da chamada causa e efeito. Quem planta bananas não vai colher laranjas. Quem planta o mal colhe o mal. Quem planta o bem colhe o bem.

Mas lembre-se: fazer o bem não significa deixar-se explorar ou se injustiçar, nem praticar a falsa caridade.

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O conceito infalível

Uma consideração final a seguir.

Pode ter certeza absoluta: este conceito de causa e efeito é mais infalível do que você possa imaginar. Mais cedo ou mais tarde, com menos ou com mais idade, você vai perceber o quanto isto é verdadeiro.

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