Não seja tão sem-noção. Estude

Thumb Não seja tão sem-noção. Estude

Não seja tão sem noção

Se você assiste aos nossos vídeos ou está inscrito em nosso canal no YouTube, certamente você não é um sem-noção, porque o Youtube evidentemente nos dá o direito democrático de expulsar do canal e de bloquear os famosos haters. Tristemente famosos, diga-se de passagem.

Os haters são os odiadores, esses que sempre se vestem com uma máscara por trás de um perfil falso para ofender, dizer um monte de bobagens, difamar e contestar coisas que nem sequer afirmamos.

Eu estou perfeitamente consciente de que devemos respeitar críticas e o chamado contraditório, desde que mantenham um bom nível e que as pessoas tenham ao menos o caráter de se identificarem.

Mas eu recomendo que você prossiga na leitura ou assista ao vídeo AQUI. Isto porque, embora você certamente não seja um sem-noção, você – sem dúvida alguma – deve conhecer um montão deles. E pode até, se quiser e considerar conveniente, compartilhar o vídeo com todos os sem-noção que você conhece.

As vantagens do Saber

Existe uma frase que é atribuída ao advogado e educador Derek Bok,  ex-aluno e ex-presidente da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, muito parecida com outra frase, atribuída a Benjamin Franklin:

A única diferença entre as duas frases é que Benjamin Franklin teria usado a expressão instrução em vez de educação.

E os chamados sem-noção são aqueles que, normalmente, ou caíram na ignorância ou optaram por ela. Pois é: muitas vezes optaram, porque, principalmente no mundo atual, a distância entre você, a ignorância e a genialidade é exatamente a mesma: a distância entre a pessoa e a tela do computador.

O grande dilema, ou a grande tragédia, diríamos, é que normalmente os ignorantes procuram na internet a expressão dos ignorantes, e se tornam mais ignorantes ainda. Já os que procuram o conhecimento e a inteligência vão em busca de inteligentes e da genialidade. E a distância é a mesma. Basta saber buscar. Ou querer buscar. Porque, se não sabe, basta aprender. E aprender, com os recursos atuais, é bem mais fácil do que há algum tempo.

As desvantagens da ignorância

Nós falamos em tragédia, e a grande tragédia brasileira é a ignorância e a falta de educação, que ajuda a alimentar outro mal terrível do Brasil: a corrupção.

Muitas pessoas acreditam que aqueles que procuram o conhecimento são pretensiosos ou metidos. Eu já disse num vídeo que meus canais no YouTube não têm como objetivo que eu fale de mim mesmo, mas devo admitir que muita gente pensa isso de mim. Teve quem já me chamou de pretensioso e quem já me chamou de intelectual.

Buscar conhecimento não tem nada a ver com ser pretensioso. E eu quero dizer que eu nunca me achei um intelectual, muito pelo contrário. E eu diria que nem pretendo ser um intelectual, porque eu nem sei se ser intelectual é ser feliz. Porque você tem, sim, que se dedicar aos estudos e ao conhecimento, mas tem que se dedicar também às pessoas. Do contrário, de que serve a educação e o conhecimento?

Sócrates e a voz da razão

O fato de eu já ter escrito livros e ter dado aula na universidade durante 10 anos não faz de mim um intelectual. Eu já publiquei 4 livros, mas se eu for juntar tudo o que eu já escrevi em 40 anos de jornalismo e em todas as minhas outras publicações na internet, isso seguramente daria algo mais do que 20 ou 30 livros. Talvez muito mais.

Só que isso também não faz de mim um intelectual. Eu prefiro a frase do filósofo Sócrates: Só sei que nada sei. Porque uma das inúmeras ou incontáveis lições da vontade de aprender é compreender que, quanto mais estudamos, mais temos a noção do quanto ainda temos a aprender.

Outro equívoco comum é considerar que temos que ser apenas uma coisa na vida. Nada disso! Assista ao seu jogo, vá ao seu carnaval, se gostar de carnaval; dance, pule, brinque. Mas dedique também parte do seu tempo aos estudos. Da mesma forma, estude, seja amigo dos livros, curta o saber, mas saiba se divertir e brincar. Dedique-se às pessoas, especialmente às pessoas que você ama.

Foi com base nesse meu pensamento que no primeiro livro que eu publiquei, A Festa de Fim do Mundo, eu criei o que eu chamei de Mocabia, Movimento contra os atletas burros e os Intelectuais atrofiados.

Quem é atleta não precisa ser burro. E quem estuda não precisa ter os músculos atrofiados nem deixar de se divertir e de brincar.

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Já os ignorantes são exatamente o inverso. Por isso, são os mais pretensiosos, de um modo geral. Eles são tão ignorantes que não têm noção sequer de quanto ainda precisam aprender. E tantas vezes são tão sem noção que partem para cima de você ou até te agridem e te ofendem porque não sabem nem por onde começar. São os verdadeiros sem-noção.

Então, não é preciso que você se torne um intelectual. Mas pelo menos estude e procure aprender, para não se tornar um sem noção.

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