Número de milionários aumenta e de enganadores também

Thumb Número de milionários aumenta e de enganadores também

Número de milionários aumenta e de enganadores tambémEmbora os enganadores de sempre continuem em plena atividade, nós já explicamos em nossos vídeos (link mais adiante) que não é a pobreza que incentiva a criminalidade, mas sim a desigualdade social. E essa desigualdade aumenta a cada ano, o que nos coloca diante de uma triste realidade: o número de milionários aumenta e de enganadores também.

Há alguns anos eu publiquei um artigo informando que, segundo a consultoria de gestão Boston Consulting Group, o número total de domicílios milionários atingiu os 16,3 milhões em 2013.  No mesmo artigo eu mostrava que a riqueza privada do planeta, ou seja, o dinheiro administrado por instituições de gestão de fortunas e bancos voltados para alta renda, havia crescido de 14,6% de 2012 para 2013, passando de US$ 132,7 trilhões para US$ 152 trilhões. Isso equivalia, na época, a quase dez vezes o PIB dos EUA, a maior economia do planeta.

Milionários controlam o mundo

Mas existem, obviamente, pesquisas mais recentes. Para manter a coerência, vamos nos referir às pesquisas daNúmero de milionários aumenta e de enganadore que controlam o mundo também própria Boston Consulting Group. Essa mesma consultoria informa que os milionários vão controlar mais da metade da riqueza mundial em 2020, ou seja, já no ano que vem. De um controle de 47% da riqueza total mundial,  eles passarão a controlar 52% em 2020.

Isso é motivo para dizerem que eu faço a apologia do comunismo? Não. Mas é o que vão dizer os enganadores de sempre, esses mesmos que insistem em confundir quando se fala em desigualdade social e eles fazem questão de afirmar que estamos falando em pobreza. Aliás, num vídeo que eu produzi sobre violência no Brasil e no mundo, eu explico essa diferença. (CLIQUE AQUI para assistir)

É lógico que, quando se fala em desigualdade, estamos falando também em pobreza porque essa desigualdade se caracteriza pela diferença de renda e de bem-estar geral entre ricos e pobres. E eis o ponto crucial: bem-estar, vida mais tranquila, sem fome, com assistência médica decente, entre tantos outros pontos que passam a ser privilégio dos ricos num país desigual. E também em um mundo onde o número de milionários aumenta e de enganadores também.

O que significa controlar

Número de milionários aumenta e eles te enganamÉ preciso aqui fazer um parêntesis: você já pensou no verdadeiro significado da palavra controlar? Quando dizemos que os milionários vão controlar, estamos dizendo que eles, controlando a riqueza, vão controlar também tudo o que acontece.

Porque, queiramos ou não, é o dinheiro que controla tudo. E controlar a riqueza significa que eles vão controlar também a informação. Vão controlar os meios de comunicação e tentar forçar você a pensar o que eles pensam, e não aquilo que diz a sua consciência. Algumas pessoas resistem. Muitas outras, não.

Querer o fim dos terríveis fossos sociais não significa, obrigatoriamente, fazer apologia do comunismo. Eu sei que os comunistas vão querer me atacar pelo que eu estou dizendo, mas eu estou tranquilo. Porque nunca um comunista me atacou com a mesma ferocidade com que me atacam os enganadores a serviço de regimes controlarautoritários da direita retrógrada, obscurantista e fanática. Mas eu não me prendo a ideologias nem a religiões, porque é nelas que se encontra a maioria disso que eu cito no título: os enganadores.

Eu me baseio no que acontece no mundo. E, obviamente, num mundo onde a riqueza cresce assustadoramente e esmaga a pobreza, só existe um cenário previsível: a convulsão social, que significa genocídio dos pobres. E isso é óbvio, porque, se são os milionários que controlam, não são eles que vão morrer pela mão do Homem.

Aliás, esse cenário não é futurista, é atual. Basta ver os conflitos sociais que pipocam no mundo inteiro e a grande leva de miseráveis perambulando pelo mundo sem ter um lugar sequer para dormir e muito menos ainda uma migalha para comer.

Desigualdade no Brasil bate recorde

Desigualdade no Brasil bate recordeNeste ano de 2019, em que estamos atualizando este artigo, o  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou pesquisa revelando que a desigualdade de renda no Brasil alcançou patamar recorde em 2018, dentro da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012.

Os dados são do IBGE: a metade mais pobre da população, equivalente a quase 104 milhões de brasileiros, vivia com apenas R$ 413 mensais, considerando todas as fontes de renda. No outro extremo, o 1% mais rico – somente 2,1 milhões de pessoas – tinha renda média de R$ 16.297 por pessoa. Isso significa dizer que essa pequena fatia mais abastada da população ganhava quase 40 vezes mais do que a metade da base da pirâmide populacional.

Num levantamento que abrange todo o Brasil, os dados são de que 10,4 milhões de pessoas (5% da população) sobrevivem com R$ 51 mensais, em média. Se isso não é miséria, então eu não sei o que é miséria. E nem a parcela da direita canalha que me ataca com frequência, e que se vale de mentiras e de fake news nesse mundo em que, repetimos, o número de milionários aumenta e de enganadores também.

Número de milionários aumenta e de enganadores também

Esse cenário seria resultado da crise econômica? Segundo o IBGE, mesmo passada a crise econômica, a Número de milionários aumenta e de enganadore no mundos tambémdesigualdade se agravou. Os dados são de que a renda domiciliar per capita dos 5% mais pobres caiu 3,8% na passagem de 2017 para 2018. Nesse mesmo período, a renda da fatia mais rica (1% da população) cresceu 8,2%. Ou seja, aquilo que sempre repetimos: os pobres cada vez mais pobres. E os ricos cada vez mais ricos.

Encarar essa realidade não significa ser comunista. Significa, unicamente, encarar essa realidade. E ignorar essa realidade não significa, obrigatoriamente, ser capitalista. Significa não ter vergonha na cara. Ou seja: fazer parte dos enganadores.

O capitalismo tem solução?

O capitalismo tem soluçãoNovamente os comunistas podem ficar contra mim, mas eu acredito que, mesmo vivendo num mundo capitalista, esse cenário poderia mudar, se não fossem os enganadores.

Certamente os privatistas também entrarão em cena, com toda a ferocidade, querendo privatizar tudo, mas mantendo os impostos. Mantidos os tributos em todos os níveis, e na verdade aumentando (o que já ocorre, por si só, quando não são corrigidas as tabelas), então é o Estado que tem que procurar reverter esse cenário. Começando pelo fim das isenções fiscais e promovendo o combate à sonegação.

Mas isso está longe de acontecer num país que sempre perdoa as dívidas de grandes sonegadores (como as empresas que não pagam dívidas da Previdência, cujos desequilíbrios acabam recaindo mais uma vez sobre os pobres) e onde as isenções fiscais sempre beneficiam também os mais ricos, para manter os interesses desses que já estão nadando em dinheiro. E que são, como já vimos, os que controlam tudo.

O capitalismo quer solução?

Essa realidade é lamentável, e novamente estamos chamando pelo nome: realidade. Não se trata de impor rótulos, como fazem os enganadores. Até porque, como diz um antigo ditado, os números não mentem, jamais.

Mas vamos olhar para outra evidência repetindo aquilo que sempre foi dito neste espaço: não é incentivando a O capitalismo quer soluçãopobreza que se chegará ao equilíbrio. Obviamente, é necessário reconhecer que o culto à pobreza, praticado por algumas religiões e crenças, é uma maneira de controle social, de forma a apaziguar os ânimos dessa imensa população de miseráveis.

As agências de notícias enfatizam como fatores identificados do aumento da riqueza o vigor dos mercados de ações, a estabilidade das economias industrializadas (EUA e Europa) e as políticas monetárias adotadas.

Seria necessário promover uma verdadeira reviravolta em termos de mecanismos que propiciem distribuição mais equânime da riqueza. Em resumo: incentivar a pobreza é um contra-senso. Os que se situam na faixa da população mais empobrecida são mantidos alheios até mesmo à conscientização de que têm direito de passarem a usufruir uma vida digna. E de que o número de milionários aumenta e de enganadores também, razão pela qual eles não reconhecem sequer seus direitos a essa vida com dignidade.

Os pobres no seu devido lugar

Os pobres no seu devido lugarO culto à pobreza, ou seja, passar a mão na cabeça dos pobres, configura-se, portanto, como uma forma de obter exatamente o contrário: a imobilidade dessa imensa população quanto aos seus direitos a uma vida com dignidade, diante de uma situação dramática, que na verdade prejudica a todos. Afinal, o fosso social potencializa mazelas como a violência, uma das realidades mais trágicas decorrentes desse profundo contraste. Mas eles, ainda assim, preferem ignorar algo tão evidente. São os enganadores.

Produzir riqueza e, ao mesmo tempo, desativar os mecanismos que produzem e aumentam a desigualdade  é o grande desafio a ser enfrentado com mais sabedoria. E não acomodar a pobreza em seu devido lugar.

Não nos compete aqui fazer análise social, apontando providências básicas e elementares que precisam ser adotadas para reverter esse quadro, tais como educação e informação.`

Na verdade, o diagnóstico em relação a essa problemática é por demais conhecido. Porém, sua resolução depende, efetivamente, de uma decisão/ação política direcionada a mostrar, efetivamente, resultados positivos.

Uma alternativa da qual muitos duvidam

Nosso objetivo é demonstrar que as formas de produzir riqueza devem estar acessíveis a parcelas cada vez mais amplas da população, em vez de incentivar o gessamento de uma realidade cruel, que precisa, ao contrário, ser combatida.Uma alternativa da qual muitos duvidam

O empreendedorismo digital vem sendo apontado, já há algum tempo, como atividade produtora de riquezas. Seu avanço é incontestável, em decorrência de vários fatores, entre os quais pode-se identificar a necessidade que as pessoas têm de levar uma vida mais confortável, em que tudo fique mais fácil de se fazer, de se obter e de se usar.

Evidencia-se, desta forma, seu potencial permanente de crescimento, de expansão, de ampliação. Ou seja: apenas expressões positivas mesmo diante de realidades tão adversas.

Número de milionários aumenta mas muitos duvidamMas é preciso reconhecer que grande parcela da população não acredita na via do empreendedorismo. Algumas pessoas por duvidarem de que se possa produzir renda dessa forma. Outras, por estarem presas a essas crenças limitantes e não persistirem. E outras, ainda, pelo conceito absurdo, e totalmente descabido, de que o empreendedorismo digital seria, supostamente, uma forma menos digna ou menos honesta de ganhar dinheiro. E eu também já falei sobre isso num vídeo recente. (CLIQUE AQUI para assistir)

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Número de milionários aumenta no empreendedorismo

É fato: existe hoje um número considerável de empreendedores ganhando dinheiro pela internet. Alguns não chegam ao ponto de poderem ser considerados milionários. Mas alcançam rendas mensais muito mais elevadas do que sempre tiveram nos seus antigos empregos. Dos quais não sentem saudades, obviamente.Número de milionários aumenta no empreendedorismo

Os que persistem, os que se aprimoram e, sobretudo, os que acreditam, atingem, sim, cifras que podem ser consideradas milionárias. E, não raro, viajam pelo mundo todo, levando na mala aquilo que é seu verdadeiro escritório: um notebook.

E fazem um trabalho honesto, por mais que alardeiem em contrário os enganadores (olha eles aí, de novo), os que não têm persistência nem empenho e os que, simplesmente, se deixam enganar pelos pessimistas e parasitas que estão por todo lugar.

Número de milionários aumenta. Você vai ficar de fora?

Crie seu espaço nesse mundo de tantas carências sociais. No empreendedorismo digital devem estar engajadas Você vai ficar de forapessoas que visam – não podemos ignorar – o seu próprio bem estar, além de liberdade, conforto e outras características que todo ser humano almeja.

Mas um dos princípios sempre mencionados é que compete também ao empreendedor digital ajudar as pessoas a atingirem esse ideal.

Caracteriza-se a atividade, portanto, não apenas como forma de produzir riqueza, mas também como a mais efetiva demonstração de que, sendo essa riqueza produzida em conjunto, em parceria e de forma democraticamente fomentada para que um número cada vez maior de pessoas possa valer-se de seus benefícios, o mundo se tornará um lugar muito melhor para se viver.

E nunca se esqueça: ao contrário da lojinha que você pode abrir no seu bairro, e que pode até ter um número bastante grande de clientes, no empreendedorismo digital os seus clientes em potencial estão no mundo inteiro. E você pode abraçá-los sem nem mesmo precisar sair de casa.

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